<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Dedos de Prosa I	</title>
	<atom:link href="https://diversosafins.com.br/diversos/dedos-de-prosa-i-25/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://diversosafins.com.br/diversos/dedos-de-prosa-i-25/</link>
	<description>entre caminhos e palavras</description>
	<lastBuildDate>Wed, 12 Nov 2025 19:56:01 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Maria Lindgren		</title>
		<link>https://diversosafins.com.br/diversos/dedos-de-prosa-i-25/comment-page-1/#comment-1099</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maria Lindgren]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2014 21:03:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diversosafins.com.br/diversos/?p=7475#comment-1099</guid>

					<description><![CDATA[Belíssimo texto. Triste, de uma tristeza que não acabrunha porque poética. Parabéns!!!Maria Lindgren]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belíssimo texto. Triste, de uma tristeza que não acabrunha porque poética. Parabéns!!!Maria Lindgren</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Guillermo		</title>
		<link>https://diversosafins.com.br/diversos/dedos-de-prosa-i-25/comment-page-1/#comment-1049</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guillermo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2014 16:40:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diversosafins.com.br/diversos/?p=7475#comment-1049</guid>

					<description><![CDATA[Lindo texto!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lindo texto!!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Adriane Garcia		</title>
		<link>https://diversosafins.com.br/diversos/dedos-de-prosa-i-25/comment-page-1/#comment-1048</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adriane Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2014 22:54:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diversosafins.com.br/diversos/?p=7475#comment-1048</guid>

					<description><![CDATA[Sempre acho, aqui com meus pessoais botões, que um grande escritor é aquele que dominando sua linguagem, consegue tocar o leitor e ter inventividade na ordenação das palavras, a fim de tocar sem mesmice, a fim de nos prender num brinquedo novo. Acho Maria Balé uma grande escritora. A ambientação deste conto faz sentir a umidade do ar, as cores da quaresmeira; a evocação de um pensamento aprendido quer absorver o fascínio daquela hora. É um devaneio o que nos mostra; logo a realidade retorna. A dor é em nós. A dor é no outro. E no círculo da relação humana tudo causa.
A magreza, as dores, o gemido. A necessidade dos lenitivos se confirma. A vida é difícil e pode mesmo estar abaixo do desagradável. Para além do orgânico em queda, a alma não deu conta de não erigir muros, mas agora, tudo se esvai no abraço. A quaresmeira continua seu trabalho, a vida prossegue no quarto do doente e fora. Morrer é uma etapa do ciclo da vida. E, entre nascer e morrer, seguimos o conselho de Baudelaire, embriagamo-nos de poesia. Parabéns. Presenteie-nos com um livro de seus contos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre acho, aqui com meus pessoais botões, que um grande escritor é aquele que dominando sua linguagem, consegue tocar o leitor e ter inventividade na ordenação das palavras, a fim de tocar sem mesmice, a fim de nos prender num brinquedo novo. Acho Maria Balé uma grande escritora. A ambientação deste conto faz sentir a umidade do ar, as cores da quaresmeira; a evocação de um pensamento aprendido quer absorver o fascínio daquela hora. É um devaneio o que nos mostra; logo a realidade retorna. A dor é em nós. A dor é no outro. E no círculo da relação humana tudo causa.<br />
A magreza, as dores, o gemido. A necessidade dos lenitivos se confirma. A vida é difícil e pode mesmo estar abaixo do desagradável. Para além do orgânico em queda, a alma não deu conta de não erigir muros, mas agora, tudo se esvai no abraço. A quaresmeira continua seu trabalho, a vida prossegue no quarto do doente e fora. Morrer é uma etapa do ciclo da vida. E, entre nascer e morrer, seguimos o conselho de Baudelaire, embriagamo-nos de poesia. Parabéns. Presenteie-nos com um livro de seus contos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
