{"id":11631,"date":"2016-04-05T13:48:22","date_gmt":"2016-04-05T16:48:22","guid":{"rendered":"http:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/?p=11631"},"modified":"2016-04-28T16:01:32","modified_gmt":"2016-04-28T19:01:32","slug":"janela-poetica-ii-45","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/janela-poetica-ii-45\/","title":{"rendered":"Janela Po\u00e9tica II"},"content":{"rendered":"<p><em>Adriana Versiani<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_11636\" aria-describedby=\"caption-attachment-11636\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/interna.jpg\" rel=\"attachment wp-att-11636\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11636 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/interna.jpg\" alt=\"Helena Barbagelata\" width=\"500\" height=\"377\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/interna.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/interna-300x226.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-11636\" class=\"wp-caption-text\">Arte: Helena Barbagelata<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Miseric\u00f3rdia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nJandira sorri para os meus olhos opacos.<br \/>\nAbstraio.<br \/>\nA<span style=\"color: #ffffff;\">..<\/span>M<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span>A<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span>R<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span>E<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span>L<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span>O:<br \/>\na cor preferida de Van Gogh.<\/p>\n<p>Toda manh\u00e3,<br \/>\nAmeixa esquecida na \u00e1rvore \u00e0 espera do vento,<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">..<\/span>Ela.<br \/>\nPalavra antiga brotada sozinha na terra do quintal,<br \/>\ncuriosa dos meus sonhos,<br \/>\nVem<br \/>\nsaber da algazarra das cigarras, dos girass\u00f3is da Holanda,<br \/>\ndo pigmento que colore a tela.<\/p>\n<p>A escrita racional de Jandira arranca o mato que cresce no canteiro de hortel\u00e3,<br \/>\nmata todas as formigas do formigueiro e n\u00e3o gosta de met\u00e1foras.<\/p>\n<p>Jandira oxigena o ar do quarto com a serenidade de seus dentes brancos<br \/>\nOs dentes brancos de Jandira n\u00e3o querem saber da morte.<\/p>\n<p>Meus olhos opacos boiam na \u00e1gua da pia,<br \/>\nquando Jandira fecha a porta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n<strong>***<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A Louca e o Cinzel<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Para Maura Lopes Can\u00e7ado<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mais uma vez, uma voz doce convida para a descida:<br \/>\n&#8211; Venha Maura, voc\u00ea \u00e9 linda \u00e9 uma flor, \u00e9 minha menina!<br \/>\nVenha me beijar a testa e aquecer com o bico do seu seio o dorso da minha m\u00e3o fria!<br \/>\nVenha Maura, voc\u00ea \u00e9 linda, \u00e9 uma flor, \u00e9 minha menina!<\/p>\n<p>Primeiro o crep\u00fasculo, depois a ang\u00fastia:<br \/>\nDe onde veio a palavra<br \/>\nHos-p\u00ed-cio?<br \/>\nNem quando tudo manifesto:<br \/>\nos muros, o arame farpado, os azulejos brancos da enfermaria,<br \/>\nnada sossega a falta que ela resume.<\/p>\n<p>O nome, a noite, o sexo.<br \/>\nA pedra da loucura tocou de leve minhas t\u00eamporas, desceu pela ma\u00e7\u00e3 do rosto e com som oco perfurou minha clav\u00edcula.<\/p>\n<p>O gosto do \u00e1lcool experimentei na sua boca, pai!<br \/>\nDevagar tirei das casas os sete bot\u00f5es.<br \/>\nDepois vertigem e o desejo de manga madura ro\u00e7ando a carne dos meus dentes.<br \/>\nMais \u00e1lcool, mais sete casas se desfazendo dos bot\u00f5es.<br \/>\nSei o travo do sal na l\u00edngua quando penso a palavra hosp\u00edcio, mas ela n\u00e3o diz os azulejos brancos da enfermaria, as inje\u00e7\u00f5es, os rem\u00e9dios coloridos.<br \/>\n&#8211; Venha Maura, venha caminhar no p\u00e1tio e ouvir comigo o som dos bichos!<br \/>\nVoc\u00ea \u00e9 linda, \u00e9 uma flor, \u00e9 minha menina!<br \/>\nO ritual da morte do porco n\u00e3o me diz.<br \/>\nOs guinchos que ele solta sua pele rosada, as marcas de sangue na faca, a separa\u00e7\u00e3o dos pertences, a sobra&#8230;<br \/>\nN A D A<br \/>\nA concretude da palavra<br \/>\nCITO,<br \/>\nn\u00e3o<br \/>\nDIGO.<br \/>\nPara al\u00e9m das grades da janela,<br \/>\nNADA<\/p>\n<p>Os azulejos da enfermaria guardam a suprema forma de escrever.<br \/>\nSufoco minha v\u00edtima com o travesseiro:<br \/>\no poema escolhe para si a melhor forma de morrer.<br \/>\nPedra da loucura que dobro e \u00e9 recortada, que afio e pelas coisas \u00e9 afiada.<br \/>\nRaposa nos campos do Senhor.<br \/>\nGozo no tatame,<br \/>\ngrafito o tapume,<br \/>\nescondo as provas,<br \/>\ndentro dos sacos de lixo.<br \/>\n-Venha Maura!<br \/>\n&#8211; Amb\u00edgua, sou prosa e sou poema.<br \/>\n&#8211; Venha Maura!<br \/>\n&#8211; Sou for\u00e7a e sou sistema.<br \/>\n&#8211; Venha Maura!<br \/>\n&#8211; Eu , Maura, sou escrava da sintaxe e do desejo.<br \/>\n&#8211; Venha!<\/p>\n<p>A etimologia, o sentido, o equil\u00edbrio, mais uma dose,<br \/>\nsou escrava.<br \/>\nAl\u00e9m das grades:<br \/>\nmar sereno,<br \/>\nrelva,<br \/>\nalimento.<\/p>\n<p>Eu , palavra impura<br \/>\nEu, meu del\u00edrio<br \/>\nEu, mat\u00e9ria turva<br \/>\n&#8211; Venha Maura!<br \/>\nVenha mem\u00f3ria, crista do cristal, carne da carne da palavra hosp\u00edcio, carne da carne da palavra sentido, carne da carne da palavra palavra, carne da carne da palavra of\u00edcio, carne da carne da palavra azulejo, carne da carne da palavra .<br \/>\nVenha !<\/p>\n<p>O real n\u00e3o me substancia,<br \/>\nsou Maura,<br \/>\na fibra que envolve o fio no poste que ilumina a rua.<br \/>\nEnredei-me de Deus, estou nas v\u00edsceras do porco.<br \/>\nPe\u00e7o vistas ao processo que se dobra sobre mim.<\/p>\n<p>Eviscerada, n\u00e3o ou\u00e7o o meu pr\u00f3prio guincho, n\u00e3o vejo dor no sacrif\u00edcio, quero jogar esse avi\u00e3o no ch\u00e3o e ser terra, verme, adubo nas planta\u00e7\u00f5es do meu pai. Meu pai, corda t\u00eanue, casa dos sete bot\u00f5es que me alimentam. Por isso fico nua. J\u00e1 me foi concedido falar, ent\u00e3o FALO. O resto \u00e9 a pele rosada do porco e o mist\u00e9rio ref\u00e9m dos azulejos. CALO.<\/p>\n<p>Palavra por onde desliza fren\u00e9tica a minha l\u00edngua m\u00e1 que anseia por seu guincho.<br \/>\nEscrevo com tinta e vomito sobre a textura do que foi dado.<br \/>\nSei bem o travo do sal nos l\u00e1bios.<br \/>\nDescortina-se o mar e o mar \u00e9 dentro de mim.<br \/>\nBato com a m\u00e3o no fundo e bebo os organismos min\u00fasculos que vivem nos arrecifes.<br \/>\nN\u00e3o era minha inten\u00e7\u00e3o despertar.<br \/>\nA vida tornou-se grande e apertou o n\u00f3 da corda que trago presa ao pesco\u00e7o.<br \/>\nPor amor sou capaz de matar.<\/p>\n<p>Matei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>***<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Heran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I<\/p>\n<p>Tudo que havia para ser dito, j\u00e1 foi dito.<br \/>\nSentada em frente \u00e0 escrivaninha que pertenceu ao seu av\u00f4, Adriana dos Anjos pensa na palavra v\u00edsceras.<br \/>\nNa biblioteca as flores s\u00e3o trocadas todos os dias e n\u00e3o importa se cris\u00e2ntemos ou rosas. Flores continuam flores e o importante \u00e9 que estejam frescas.<br \/>\nAdriana dos Anjos tem paladar apurado e est\u00e1 sempre atenta ao movimento dos insetos e ao cheiro de mofo que os livros exalam.<br \/>\nCom muito esfor\u00e7o consegue se lembrar da salada de frutas que comeu ao meio dia, mas exposta, \u00e9 capaz de sentir o cerne da palavra v\u00edsceras.<br \/>\nSentada em frente \u00e0 escrivaninha, diariamente, v\u00ea as flores serem trocadas e ouve o som das tra\u00e7as desenhando mapas em antigos romances.<br \/>\nN\u00e3o vai dar em nada, a Adriana dos Anjos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>II<\/p>\n<p>Vivo nesta casa com Adriana dos Anjos.<br \/>\n\u00c0 minha frente vejo um vaso de ervas mergulhadas em \u00e1gua.<br \/>\nSon\u00e2mbula, Adriana dos Anjos fala em l\u00ednguas:<br \/>\nh\u00e1 tr\u00eas s\u00e9culos acordo assustada com seus gritos.<br \/>\nEla est\u00e1 sempre comigo e ontem parecia feliz.<br \/>\nHoje, dorme para sempre.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nIII<\/p>\n<p>Envelhece Adriana dos Anjos, em meio \u00e0 az\u00e1fama.<br \/>\nEngole o turbilh\u00e3o e transpira o l\u00edquido da sua m\u00e1 digest\u00e3o.<br \/>\nO vento depois da vidra\u00e7a e tudo que havia antes j\u00e1 foi dito.<br \/>\nSobre ela, a \u00fanica coisa que precisamos saber \u00e9 que a encantam as pontas dos l\u00e1pis.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nIV<\/p>\n<p>Neste quarto onde me visto com Adriana dos Anjos, volto ao sonho de intui\u00e7\u00e3o e beleza.<br \/>\nCom um caco de vidro, disseco os m\u00fasculos do seu pesco\u00e7o.<br \/>\nSou as flores mergulhadas no vaso e ela, seiva indeterminada em minhas veias.<br \/>\nSei que tudo que tinha para ser dito, j\u00e1 foi dito.<br \/>\nRestam-me apenas cem palavras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>V<\/p>\n<p>Desde que desistiu da multid\u00e3o, Adriana dos Anjos se finge de morta no coreto da pra\u00e7a.<br \/>\nEscondidos no vestido, guarda as agulhas de tric\u00f4 que recebeu de heran\u00e7a de sua bisav\u00f3 e um estilete para apontar o l\u00e1pis.<br \/>\nEnquanto sonha, bebe \u00e1gua da po\u00e7a e come as folhas amargas do cipreste.<br \/>\nFingindo-se de morta, Adriana dos Anjos dan\u00e7a descal\u00e7a sobre as brasas.<br \/>\nOs mendigos se recusam a beij\u00e1-la.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>VI<\/p>\n<p>Com Adriana dos Anjos busco pelo escritor americano no parque da cidade.<br \/>\nSuas pegadas nos guiam.<br \/>\nParamos uma ao lado da outra, em frente \u00e0 sequoia gigante.<br \/>\nEu n\u00e3o vejo Adriana dos Anjos.<br \/>\nAdriana dos Anjos n\u00e3o me v\u00ea.<br \/>\nNenhum som nos nossos corpos.<br \/>\nA \u201csequoia gigante\u201d \u00e9 apenas uma palavra composta por duas imagens.<br \/>\nO escritor americano segue pela trilha armado com o estilete que Adriana dos Anjos usa para apontar o l\u00e1pis.<br \/>\nGrafo esse bilhete na carne da \u00e1rvore, para que o veja o escritor americano que est\u00e1 aqui, atr\u00e1s de mim:<\/p>\n<p>\u201cA can\u00e7\u00e3o da sequoia, estranhamente, mesmo que muito antes, n\u00e3o me remete ao escritor americano.<br \/>\nA can\u00e7\u00e3o da sequoia, estranhamente, mesmo que muito antes, esquenta meus dedos na brasa do fog\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nVII<\/p>\n<p>Por algumas horas, olha para a x\u00edcara que sua m\u00e3e trouxe da Jamaica.<br \/>\nA x\u00edcara que sua m\u00e3e trouxe da Jamaica \u00e9 de lou\u00e7a japonesa e nela h\u00e1 a imagem de um camelo e de uma pir\u00e2mide.<br \/>\nNo pires que acompanha a x\u00edcara h\u00e1 a imagem de um camelo, de uma pir\u00e2mide e de um coqueiro.<br \/>\nAdriana dos Anjos aponta o l\u00e1pis faber castel n\u00famero dois com o estilete que guarda dentro do vestido e despeja leite na x\u00edcara.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>VIII<\/p>\n<p>Nesta escrivaninha onde sinto meus nervos a flor da pele, Adriana dos Anjos folheia o antigo livro de qu\u00edmica org\u00e2nica que herdou de seus ancestrais e escreve compulsivamente.<br \/>\nN\u00e3o se lembra da \u00faltima vez que lhe beijaram a testa antes de dormir.<br \/>\nTem ossos de vidro Adriana dos Anjos, que tenta afinar a ponta do l\u00e1pis para que fique da espessura de uma agulha.<br \/>\nTeimosa, fere o pulso com o estilete e n\u00e3o derrama l\u00e1grima.<br \/>\nAo meio-dia, abre a porta da geladeira.<br \/>\nTem muita fome a Adriana dos Anjos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(<strong>Adriana Versiani dos Anjos <\/strong>\u00e9 mineira de Ouro Preto. Tem cinco livros de poemas publicados, dentre eles, A F\u00edsica dos Beatles (2005) e Conto dos Dias (2007) e o virtual Explica\u00e7\u00e3o do Fato (2008 \u2013 Germina literatura \u2013 Revista Virtual) e Livro de Papel (2009). Foi co-organizadora da Cole\u00e7\u00e3o Poesia Orbital e do Jornal Inferno. Fez parte do conselho editorial da Revista de Literatura Ato. \u00c9 editora do Jornal DEZFACES)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas vozes femininas nos versos de Adriana Versiani<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11632,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2972,16],"tags":[2975,2973,1557,107,2974,159],"class_list":["post-11631","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-109a-leva","category-destaques","tag-a-louca-e-o-cinzel","tag-adriana-versiani","tag-heranca","tag-janela-poetica","tag-misericordia","tag-poemas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11631","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11631"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11631\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11639,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11631\/revisions\/11639"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11632"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11631"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11631"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11631"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}