{"id":14000,"date":"2017-08-15T13:03:48","date_gmt":"2017-08-15T16:03:48","guid":{"rendered":"http:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/?p=14000"},"modified":"2017-10-29T11:57:18","modified_gmt":"2017-10-29T14:57:18","slug":"jogo-de-cena-20","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/jogo-de-cena-20\/","title":{"rendered":"Jogo de Cena"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Intelig\u00eancia e Humor em <em>Entonces Bailemos<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Por Vivian Pizzinga<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14004\" aria-describedby=\"caption-attachment-14004\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-1-Foto-Dalton-Val\u00e9rio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14004 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-1-Foto-Dalton-Val\u00e9rio.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-1-Foto-Dalton-Val\u00e9rio.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-1-Foto-Dalton-Val\u00e9rio-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14004\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Dalton Val\u00e9rio<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A montagem brasileira de <em>Entonces Bailemos<\/em>, de Mart\u00edn Flores C\u00e1rdenas, fiel \u00e0 original argentina, leva \u00e0 cena, com a leveza e a suavidade que m\u00fasica e dan\u00e7a podem proporcionar, quatro atores e um m\u00fasico contando hist\u00f3rias v\u00e1rias de relacionamentos. Ali\u00e1s, de rela\u00e7\u00f5es. Ou melhor: de qualquer palavra que torne poss\u00edvel o ato de nomear v\u00ednculos amorosos\/afetivos, dotados de maior ou menor grau de intensidade, sendo mais ou menos frouxos, r\u00e1pidos, inesquec\u00edveis ou dolorosos entre duas pessoas (ou tr\u00eas, ou mais). Apaixonar-se, desapaixonar-se, morrer de ci\u00fames, entrar em paranoias, disfar\u00e7\u00e1-las, pirar em discuss\u00f5es infind\u00e1veis sobre a rela\u00e7\u00e3o, distorcer os ditos do outro, saber mais do que o outro sobre seus pr\u00f3prios ditos a ponto de faz\u00ea-lo enxergar o que eles carregam, agredir, reparar, repetir o erro, querer mais, n\u00e3o querer mais, sem contar o descompasso entre as vontades: \u00e9 disso tudo e algo mais que o texto trata. E se a gente se apaixona, se o amor \u00e9 inevit\u00e1vel, se estamos entregues e isso \u00e9 um risco, ent\u00e3o, bailemos. N\u00e3o h\u00e1 nada melhor a fazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O espet\u00e1culo, que cumpriu temporada no SESC Copacabana, \u00e9 \u00f3timo. E em tudo: o texto, engra\u00e7ado e inteligente, instigante do in\u00edcio ao fim, ganhou tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas da romancista premiada Paloma Vidal. \u00a0A dire\u00e7\u00e3o e a dramaturgia, do pr\u00f3prio C\u00e1rdenas, com Kika Freire como diretora assistente, constroem, de modo brilhante, a din\u00e2mica da sucess\u00e3o de hist\u00f3rias e de coreografias, pontuadas, aqui e ali, por o que seriam pequenos conflitos internos entre atores e personagens, expressando a mistura de metalinguagem e linguagem, num mix paulatino que encontra equil\u00edbrio perfeito em seus 60 minutos de dura\u00e7\u00e3o. Um exemplo em que fica mais evidente o recurso da metalinguagem, assumindo uma forma divertida, \u00e9 quando as atrizes, vez ou outra, disputam o personagem da hist\u00f3ria da vez, ou quando brigam pela pr\u00f3xima hist\u00f3ria, chegando a se engalfinhar no colch\u00e3o, para que uma n\u00e3o roube a cena da outra e vice-versa. O jogo \u00e9 bom e faz rir, e h\u00e1 at\u00e9 o breve momento do ringue: tirada de g\u00eanio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Certa dose de gaiatice inerente \u00e0 coreografia original de Manuel Atwell vai aos poucos se evidenciando e se acopla a um humor crescente, que parece permitir-se aflorar \u00e0 medida que o espet\u00e1culo avan\u00e7a, de forma an\u00e1loga a uma pessoa, que, \u00e0 primeira vista, aparentasse reserva, mas que, aos poucos, \u00e0 propor\u00e7\u00e3o em que se sente \u00e0 vontade e ganha confian\u00e7a no ambiente ao redor, vai conseguindo mostrar sua espontaneidade e sua capacidade de criar e lan\u00e7ar m\u00e3o do que \u00e9 engra\u00e7ado: assim \u00e9 <em>Entonces Bailemos<\/em>, cuja dramaturgia torna-se cada vez mais desenvolta e, generosamente, leva junto seus quatro atores e o m\u00fasico, os quais se expandem e parecem sentir-se aos poucos mais \u00e0 vontade, dando vida a hist\u00f3rias que revelam suas facetas bizarras e engra\u00e7adas. Ou \u00e0 medida que podemos tornar hil\u00e1rias as facetas supostamente bizarras das hist\u00f3rias de cada um de n\u00f3s. \u00c9 claro que nada disso seria poss\u00edvel sem a qualidade desses mesmos atores e da dire\u00e7\u00e3o que os conduz &#8211; Elisa Pinheiro, Gustavo Falc\u00e3o,\u00a0Leonardo Netto\u00a0e\u00a0Marina Vianna, os quais s\u00e3o acompanhados pelo m\u00fasico convidado, Ricco Vianna, que, ali\u00e1s, parece nunca ter estado em outro lugar na vida sen\u00e3o em um palco de teatro: eles conseguem, todos, sem exce\u00e7\u00e3o, encontrar a justa medida entre o drama mais carregado (quando necess\u00e1rio, e pontual) e o humor muito pr\u00f3prio do n\u00e3o se levar a s\u00e9rio. O pressuposto t\u00e1cito \u00e9: rir de si mesmo \u00e9 preciso, o que n\u00e3o deixa de remeter ao cerne da no\u00e7\u00e3o de humor de Freud, que o aponta como ferramenta do superego para proteger e consolar o ego do sofrimento. E \u00e9 o ego que sofre de amor. Se a gente for capaz de rir do ego, com o ego, de rir do que pode lev\u00e1-lo a um sofrimento maior, estaremos, ao mesmo tempo, cumprindo a fun\u00e7\u00e3o de proteg\u00ea-lo desse mesmo sofrimento, ou de evitar seu paroxismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14005\" aria-describedby=\"caption-attachment-14005\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-2-e-bloco-Foto-Dalton-Val\u00e9rio-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14005 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-2-e-bloco-Foto-Dalton-Val\u00e9rio-1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-2-e-bloco-Foto-Dalton-Val\u00e9rio-1.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-2-e-bloco-Foto-Dalton-Val\u00e9rio-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14005\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Dalton Val\u00e9rio<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 assim que os personagens\/atores intercalam-se nas hist\u00f3rias que contam sobre encontros e desencontros amorosos, extraindo esse humor necess\u00e1rio. H\u00e1 sempre uma m\u00fasica perfeita para cada ocasi\u00e3o, com a qual as hist\u00f3rias dialogam. O arroubo afetivo e emocional tamb\u00e9m pode estar \u00e0 espreita, e \u00e9 preciso lidar com ele. Quando menos se espera, a censura cede um pouco suas atribui\u00e7\u00f5es de dever moral, de continente do afeto ca\u00f3tico, e, se duvidar, j\u00e1 estamos beijando apaixonadamente o cantor. Quem nunca?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prioridade dada \u00e0 narrativa se reflete num cen\u00e1rio minimalista, com um colch\u00e3o de casal ao centro, onde os atores e os m\u00fasicos ficam e de onde partem para contar seus casos. A ilumina\u00e7\u00e3o fria, desprovida de inten\u00e7\u00e3o de aconchego, parece cumprir o papel, de m\u00e3os dadas com o cen\u00e1rio, de n\u00e3o desviar a aten\u00e7\u00e3o para nada que n\u00e3o seja o conte\u00fado do que \u00e9 narrado e, claro, a forma como o \u00e9. \u00c9 assim que o texto cumpre sua fun\u00e7\u00e3o de trazer \u00e0 baila as diversas formas que cada um pode ter (in\u00fameras, inenarr\u00e1veis \u2013 mas aqui tornadas narr\u00e1veis ou, melhor, dramatiz\u00e1veis \u2013 e incont\u00e1veis) de lidar com as rea\u00e7\u00f5es ao outro e com o outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evitando dar spoiler, mas podendo cair na tenta\u00e7\u00e3o de dar algum (fica aqui a breve advert\u00eancia para quem ainda n\u00e3o viu o espet\u00e1culo), destaco dois momentos: o primeiro \u00e9 o do casal que entra numa espiral intermin\u00e1vel de um di\u00e1logo que nada mais \u00e9 do que escrut\u00ednio sobre a medida do tes\u00e3o do outro \u2013 a pergunta se resume a algo mais ou menos assim: afinal, mulher, sobre aquele beijo minutos antes, aquele mesmo que n\u00e3o se pode negar ter acontecido justo aqui na nossa frente, voc\u00ea se excitou com ele? Essa indaga\u00e7\u00e3o, absolutamente incapaz de disfar\u00e7ar o desespero que a\u00ed se encerra, se desdobrar\u00e1 em outras, v\u00e1rias outras, e tamb\u00e9m em interpreta\u00e7\u00f5es, em mal-entendidos, em vaiv\u00e9ns. No final das contas, para quem assiste, resta a seguinte pulga atr\u00e1s da orelha: de fato, a mulher teve certo tes\u00e3o ou foi levada a cri\u00e1-lo a partir da pr\u00f3pria DR que se tornou intermin\u00e1vel? Aquilo que \u00e9 revelado, ao t\u00e9rmino do interrogat\u00f3rio investigativo, se constitui em fatos ou interpreta\u00e7\u00f5es? Como diria o personagem do filme <em>O cidad\u00e3o ilustre<\/em> (Mariano Cohn, Gast\u00f3n Duprat, Argentina, 2016), o que chamamos fato \u00e9 a interpreta\u00e7\u00e3o que prevaleceu sobre as demais. E estamos continuamente construindo interpreta\u00e7\u00f5es e entendimentos sobre n\u00f3s mesmos, sobre o que sentimos e o que fizemos. Assim, caberia a pergunta: o tes\u00e3o, se de fato existiu, \u00e9 maior no momento em que acontece ou no momento de sua confiss\u00e3o, quando assume a forma de palavra? E como contornar ou sair de tal interrogat\u00f3rio labir\u00edntico, intermin\u00e1vel, asfixiante?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo trecho que destaco \u00e9 o da mulher que relata o encontro sexual\/amoroso com o \u00faltimo homem com quem esteve, que, diferente dos outros (e os outros, ela faz a ressalva, n\u00e3o foram poucos), parece de algum modo a ter levado em considera\u00e7\u00e3o de forma especial: olhou-a nos olhos, disse as palavras certas nas horas certas, preocupando-se em diz\u00ea-las, pediu para dormir um pouquinho mais depois do sexo e perguntou se ela se incomodaria, e foi tudo \u00f3timo, para n\u00e3o dizer excelente. O que essa mulher descobre, n\u00e3o sem dificuldade para encontrar a express\u00e3o mais adequada \u00e0 descoberta, \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o in\u00e9dita de se encontrar a salvo. Mesmo que n\u00e3o saiba de qu\u00ea. Se fiz\u00e9ssemos aqui um exerc\u00edcio breve de descolar esse relato do espet\u00e1culo e das estranhezas (t\u00e3o corriqueiras, diga-se de passagem, t\u00e3o nossas) que o texto busca iluminar, e com a prud\u00eancia de n\u00e3o cair em estere\u00f3tipos apressados, poderia ser dito que isso \u00e9 o que quase toda a mulher quer, ao menos no \u00e2mbito do discurso. Mas a mulher espec\u00edfica que traz o relato est\u00e1 nitidamente perturbada diante de tanto carinho, um pouco irritada at\u00e9, eu arriscaria dizer, diante de tanta coisa dando certo e apontando para um bom desfecho, ou para um bom come\u00e7o, ou, enfim, para a continuidade tranquila. E assim nada termina como se imagina que poderia terminar uma hist\u00f3ria que, a princ\u00edpio e aparentemente, parecia levar a bons caminhos. H\u00e1, al\u00e9m dessas, outras diversas hist\u00f3rias, todas com suas cotas de curiosidade, peculiaridade, humor e tens\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14006\" aria-describedby=\"caption-attachment-14006\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-3-Foto-Dalton-Val\u00e9rio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14006 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-3-Foto-Dalton-Val\u00e9rio.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-3-Foto-Dalton-Val\u00e9rio.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Imagem-3-Foto-Dalton-Val\u00e9rio-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14006\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Dalton Val\u00e9rio<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c0 guisa de coment\u00e1rio final, n\u00e3o posso deixar de apontar que as solu\u00e7\u00f5es dramat\u00fargicas para essas hist\u00f3rias e suas conclus\u00f5es, todas escolhendo o caminho simples, s\u00e3o interessant\u00edssimas e, neste sentido, fa\u00e7o breve men\u00e7\u00e3o \u00e0 solu\u00e7\u00e3o dada \u00e0 nudez do homem numa das primeiras hist\u00f3rias. S\u00f3 esse ponto &#8211; risco de pol\u00eamica enorme &#8211; j\u00e1 daria um texto inteiro, por isso me refugio no coment\u00e1rio. <em>Entonces Bailemos<\/em> evidencia que a nudez no teatro n\u00e3o precisa ser literal (por que, provoca\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, a quem ela serve e que argumentos podemos usar para justificar a servid\u00e3o?). Pode-se argumentar que a especificidade da dramaturgia da pe\u00e7a permite escapar dessa exig\u00eancia de literalidade, dado que s\u00e3o hist\u00f3rias contadas, umas atr\u00e1s das outras, por aqueles mesmos atores, que v\u00e3o assumindo os pap\u00e9is ou a prerrogativa de narra\u00e7\u00e3o, de modo din\u00e2mico. Mas a especificidade n\u00e3o vincula um tipo ou outro de express\u00e3o dramat\u00fargica, e \u00e9 claro que outras escolhas poderiam ser feitas. Minha conclus\u00e3o provis\u00f3ria \u00e9 a de que \u00e9 \u00f3timo quando n\u00e3o se precisa provar nada (atores, diretores, autores) atrav\u00e9s da nudez (como se ficar nu fosse prova do que quer que seja). Resulta em al\u00edvio quando todos n\u00f3s nos liberamos disso e quando o foco do que \u00e9 contado n\u00e3o \u00e9 desviado para um elemento irrelevante que pode acabar cooptando a aten\u00e7\u00e3o do espectador em detrimento do que realmente se quer comunicar. <em>Entonces Bailemos<\/em> \u00e9 o tipo de espet\u00e1culo que faz pensar e faz ter vontade de falar sobre. Que deve, enfim, ser revisitado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pe\u00e7a, que teve diversos pr\u00eamios e indica\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de ter sido encenada em lugares como Buenos Aires, M\u00e9xico e Chile, com diferentes elencos, chega ao Brasil ganhando segunda temporada no Espa\u00e7o S\u00e9rgio Porto, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Vivian Pizzinga<\/em><\/strong><em> lan\u00e7ou os livros de contos Dias Roucos e Vontades Absurdas (Oito e meio, 2013) e A primavera entra pelos p\u00e9s (Oito e meio, 2015), al\u00e9m de ter participado de algumas colet\u00e2neas, sendo as mais recentes Cada um por si e Deus contra todos (Tinta Negra, 2016) e Escriptonita (Patu\u00e1, 2016). Trabalha tamb\u00e9m com psican\u00e1lise e Sa\u00fade do Trabalhador.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A montagem \u201cEntonces Bailemos\u201d na vis\u00e3o de Vivian Pizzinga<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14001,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3372,2537],"tags":[3378,12,96,2716],"class_list":["post-14000","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-120a-leva","category-jogo-de-cena","tag-entonces-bailemos","tag-jogo-de-cena","tag-teatro","tag-vivian-pizzinga"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14000","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14000"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14000\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14008,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14000\/revisions\/14008"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14001"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14000"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14000"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14000"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}