{"id":14363,"date":"2017-12-27T10:04:19","date_gmt":"2017-12-27T13:04:19","guid":{"rendered":"http:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/?p=14363"},"modified":"2018-02-07T16:04:28","modified_gmt":"2018-02-07T19:04:28","slug":"dedos-de-prosa-iii-57","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/dedos-de-prosa-iii-57\/","title":{"rendered":"Dedos de Prosa III"},"content":{"rendered":"<p><em>Marcelo Ariel<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14368\" aria-describedby=\"caption-attachment-14368\" style=\"width: 444px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/BB-Al-vacio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14368 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/BB-Al-vacio.jpg\" alt=\"\" width=\"444\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/BB-Al-vacio.jpg 444w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/BB-Al-vacio-266x300.jpg 266w\" sizes=\"auto, (max-width: 444px) 100vw, 444px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14368\" class=\"wp-caption-text\">Foto: B\u00e1rbara Bezina<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em A CRIA\u00c7\u00c3O DO MUNDO SEGUNDO O ESQUECIMENTO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O significante aqui \u00e9 a sombra da \u00e1rvore com sua m\u00fasica silenciosa quase tocando seus olhos, \u00e1rvore inintelig\u00edvel e sil\u00eancio amado com for\u00e7a suficiente para desintegrar <em>a mistifica\u00e7\u00e3o da linguagem po\u00e9tica<\/em>, mas isto apenas no final, quando a sombra de um outro sil\u00eancio incancel\u00e1vel atravessar o espa\u00e7o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se tudo for uma met\u00e1fora dos nossos sonhos? E se a realidade for um emaranhado de poemas e problemas t\u00e3o misturados entre si que \u00e9 quase imposs\u00edvel distinguir uns dos outros? E se o amor for no fundo a \u00fanica maneira de distinguir uns dos outros?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez as met\u00e1foras sejam &#8216;a droga do s\u00e9culo&#8217; mas na falta delas o amor pode se converter em mais uma droga anest\u00e9sica, uma gera\u00e7\u00e3o inteira viciada em &#8216;anestesia da vida interior&#8217; n\u00e3o \u00e9 melhor do que outra viciada em &#8216;fuga interior&#8217;, olhar para fora pode ser um ato revolucion\u00e1rio se nossa vida interior acompanhar o nosso olhar, vou reler o seu livro como se ele fosse um filme em estado puro ou seja, como se ele fosse &#8216; algo vivo&#8217; como os nossos sonhos, esse lugar onde o amor nasce ou se confirma como mais uma met\u00e1fora, a mais poderosa delas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como acender uma paisagem para libertar os gritos?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inesperadamente os sentidos mais profundos de um termo nos escapam se estamos no in\u00edcio de uma paix\u00e3o por uma ideia vaga e err\u00e1tica como essa ideia do <em>ao vivo <\/em>(inexistente segundo a microf\u00edsica pois tudo \u00e9 gravado) ou a ideia do encantamento como fundador do amor (imposs\u00edvel segundo a l\u00f3gica mais abstrata e por isso mesmo uma longa sinfonia que toca muito baixa por dentro) como um p\u00e1ssaro que se apaga.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todas as tentativas de controlar, limitar ou destruir o caos formam a ess\u00eancia do nazismo ps\u00edquico, o caos \u00e9 indestrut\u00edvel e se multiplica atrav\u00e9s das gal\u00e1xias, das palavras e dos sil\u00eancios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O nazismo ps\u00edquico tem cheiro de menta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00f3s em nome do poema cont\u00ednuo nos colocamos contra o nazismo ps\u00edquico neo-positivista dos livros de autoajuda e contra o nazismo ps\u00edquico pseudo-niilista e semi-hedonista da cultura das drogas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">o nazismo ps\u00edquico se alimenta da dilui\u00e7\u00e3o da ang\u00fastia em um pragmatismo ou utilitarismo disfar\u00e7ado de \u00e9tica-est\u00e9tica do vazio que por sua vez se alimenta da l\u00f3gica do poss\u00edvel imediato da ditadura das coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ora o caos j\u00e1 provou atrav\u00e9s da hist\u00f3ria que a vida se move dentro do imposs\u00edvel<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">e dissolve as coisas no \u00e1cido do tempo-morte. No \u00e1cido do tempo-\u00eaxtase<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">o caos \u00e9 amb\u00edguo como um el\u00e9tron, ora \u00e9 uma part\u00edcula de caos vis\u00edvel, ora \u00e9 uma onda invis\u00edvel de hipercaos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">o caos n\u00e3o \u00e9 um teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">o nazismo ps\u00edquico \u00e9 um cen\u00e1rio interior constru\u00eddo pela ditadura das coisas-conceito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">o hipercaos n\u00e3o \u00e9 um poema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">nenhuma palavra jamais tocou na realidade, isso explica porque os escritores sempre fracassam quando tentam vencer o nazismo ps\u00edquico com palavras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">mas em verdade vos digo que a poesia fora das palavras \u00e9 infinitamente mais poderosa do que a ditadura das coisas e ela vir\u00e1 como uma onda viva de dentro do hipercaos tudo o que chamamos de realidade ser\u00e1 consumido por essa devastadora onda de sonho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">***<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em O REI DAS VOZES ENTERRADAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Manifesto Sabi\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18 de setembro de 2013 \u00e0s 15:20<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conversando com um amigo sabi\u00e1, rimos muito das reclama\u00e7\u00f5es que fizeram de seus cantos. Ele disse que os cantos que mais incomodam s\u00e3o os qu\u00e2nticos desatrofiantes, que interiorizados oniricamente na cidade geram como primeira rea\u00e7\u00e3o uma imediata indigna\u00e7\u00e3o com os v\u00e9us cegantes da pseudo exterioridade, e tem como consequ\u00eancia um acordar-revolta contra o pr\u00f3prio canto-reza (ele nomeou esse processo como ornitoclash antic\u00f3smico). Disse ainda que repelimos os cantos dos sabi\u00e1s e dos s\u00e1bios com a mesma ignor\u00e2ncia que destru\u00edmos as abelhas humanas, atordoados e anulados pela pluriesquizofonia congelante e assassina do irreal. Tive de concordar, e rimos ainda mais. Quando lhe perguntei sobre os limites da desraz\u00e3o, ele voou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois me deitei no sof\u00e1 e sonhei\u00a0 que ele n\u00e3o havia voado e havia come\u00e7ado uma conven\u00e7\u00e3o telep\u00e1tica de P\u00e1ssaros do mundo inteiro e\u00a0 o Sabi\u00e1 pousou em cima da l\u00e2mpada da sala e come\u00e7ou um canto-di\u00e1logo com o &#8216;Ele&#8217; que \u00e9 o eu dos sonhos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabi\u00e1: &#8211; N\u00f3s somos o mesmo p\u00e1ssaro, mas de todas as formas de asa o seu olho \u00e9 a mais bonita, a asa fechada no c\u00edrculo, com todos estes fios finos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele: &#8211; Supercordas para receber as imagens do cosmos disfar\u00e7adas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabi\u00e1:- O canto do olho cria todos os s\u00f3is, voc\u00ea \u00e9 um Sabi\u00e1 diferente dos outros<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele:- Eu sou um Sabi\u00e1, porque \u00e9 o que todos n\u00f3s dizemos quando encontramos voc\u00eas, defini\u00e7\u00e3o \u00e9 o assassinato pela nomea\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabi\u00e1:- Sim, voc\u00eas cantam isso com o olho-boca, mas a porta, o que voc\u00eas chamam de bico em mim, \u00e9 em outro lugar na cabe\u00e7a e \u00e9 tamb\u00e9m um ovo que voc\u00eas quebram por dentro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele:- O c\u00e9rebro, o nome do nosso bico \u00e9 c\u00e9rebro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabi\u00e1:- Ent\u00e3o a flutua\u00e7\u00e3o dos raios \u00e9 para dentro dos fios, aqui o ar \u00e9 delicado e podemos conversar, mas meus eus est\u00e3o chamando e tenho de voar para fora do seu dentro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu acordo e n\u00e3o consigo mais pensar em outra coisa a n\u00e3o ser na origem da palavra &#8216; S\u00e1bio&#8217; e na liga\u00e7\u00e3o entre o canto dos Sabi\u00e1s e o canto qu\u00e2ntico dos Pr\u00e9-Socr\u00e1ticos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Escrito com Kleber Nigro<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voltando para a floresta-sem-floresta que a pel\u00edcula de Berkeley sempre confundida erroneamente com o v\u00e9u de Maya continua escondendo. Nesse len\u00e7ol de luz e gravidade que chamamos de VIS\u00d5ES a <em>&#8216;Une rose seule,c&#8217;est toutes les roses&#8217; <\/em>continua cantando :<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8221; \u00d3 imenso mar das formas coberto por este manto de olhares imensamente fechados&#8230;Logo mais TUDO estar\u00e1 flutuando como o sonho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para acabar de uma vez por todas com o amor, basta cham\u00e1-lo de amor e esperar que a palavra dissolva A COISA&#8230; Que morre dentro do pote de vidro fechado de um nome ou passa como essas nuvens clonadas na superf\u00edcie desse mar emprestado por um filme onde elas se deitam como putas ou dentes-de-le\u00e3o filtrando um ex-poema dentro do p\u00f3. O amor \u00e9 o esqueleto de um inseto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Love Supreme<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cruz e Souza: Existe uma rutil\u00e2ncia sublime nas auroras em contraste com o tempo que nos assombrava que tornava p\u00e1lida a luz destas chamas que fomos e que hoje \u00e9 musical se a este sonho for comparada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">John Coltrane: Talvez venha do Senhor todo esse resplendor, a luz invis\u00edvel que era a m\u00fasica que hoje n\u00e3o podemos mais separar de nada, at\u00e9 da nossa carne, este p\u00f3 de luz\u00a0 que volta a ser luz e de novo p\u00f3 da luz<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cruz e Souza: Sim, entendo teu discernimento da m\u00fasica e dentro da arquitetura da et\u00e9rea leveza das experi\u00eancias, eras m\u00fasico&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">John Coltrane: N\u00e3o, tentei n\u00e3o ser isto, eu tocava para o alt\u00edssimo e tudo o que eu fazia era orar e receber os sinais, Ele s\u00f3 desce pela escada das harmonias celestiais e a m\u00fasica e a ora\u00e7\u00e3o s\u00e3o a mesma coisa, como degraus dessa escada<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cruz e Souza: J\u00e1 que falaste em escada, vamos subir&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Marcelo Ariel<\/em><\/strong><em> \u00e9 poeta, performer e dramaturgo. Nasceu em Santos, em 1968, e reside em Cubat\u00e3o-SP. Autor dos livros \u201cTratado dos Anjos Afogados\u201d, \u201cRetornaremos das cinzas para sonhar com o sil\u00eancio\u201d, \u201cCom o daimon no contrafluxo\u201d, \u201cPotestade e p\u00e1ssaro\u201d, entre outros. Os textos aqui publicados integram o livro<\/em> \u201c<em>A n\u00e9voa dentro da nuvem &#8211; Prosa reunida\u201d,<\/em><em>recentemente publicado pela Lumme Editor.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paisagens internas da prosa po\u00e9tica de Marcelo Ariel<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14364,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3428,2534],"tags":[41,313,595],"class_list":["post-14363","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-122a-leva","category-dedos-de-prosa","tag-dedos-de-prosa","tag-marcelo-ariel","tag-prosa-poetica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14363","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14363"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14363\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14371,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14363\/revisions\/14371"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14364"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14363"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14363"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14363"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}