{"id":14976,"date":"2018-07-26T12:29:59","date_gmt":"2018-07-26T15:29:59","guid":{"rendered":"http:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/?p=14976"},"modified":"2018-08-22T17:52:46","modified_gmt":"2018-08-22T20:52:46","slug":"janela-poetica-ii-62","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/janela-poetica-ii-62\/","title":{"rendered":"Janela Po\u00e9tica II"},"content":{"rendered":"<p><em>Rita Santana<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14982\" aria-describedby=\"caption-attachment-14982\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/b\u00fasquedas-Int.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14982 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/b\u00fasquedas-Int.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/b\u00fasquedas-Int.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/b\u00fasquedas-Int-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14982\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Mar\u00eda Tudela<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ANDORINHA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As andorinhas existem!<br \/>\nSa\u00edram das p\u00e1ginas do livro<br \/>\nE resolveram viver<br \/>\nNas alvenarias<br \/>\nDo invis\u00edvel.<\/p>\n<p>Mas a tua aus\u00eancia dentro de mim \u00e9 pur\u00edssima dor.<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 voo que dissipe minha esperan\u00e7a.<br \/>\nNem vento, nem rosa, nem cren\u00e7a<br \/>\nQue suavize a melancolia parasita nos ossos.<\/p>\n<p>Alheios desejos nos levaram<br \/>\nPara ilhas opostas:<br \/>\nTu foste para Creta.<br \/>\nEu, para o Crato.<br \/>\nE do anonimato dos dias<br \/>\nTenho feito poesia secreta<br \/>\nE prosadura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00c2NHAMO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tempo envelhece o telhado<br \/>\nE desola os meus ov\u00e1rios.<br \/>\nTe\u00e7o c\u00e2nhamo em S\u00e3o Lu\u00eds.<br \/>\nTe\u00e7o o dia inteiro,<br \/>\nTe\u00e7o a noite inteira,<br \/>\nTe\u00e7o em todas as horas do meu dia<br \/>\nO tecido que n\u00e3o vestirei.<\/p>\n<p>Invado rios em busca<br \/>\nDas dunas e me acanho diante<br \/>\nDo teu nome de assombros<br \/>\nDiante da tua boca de veleiros<br \/>\nQue n\u00e3o me deixa falar<br \/>\nDiante da tua presen\u00e7a<br \/>\nQue n\u00e3o me deixa existir.<\/p>\n<p>Minha terra tem buritis<br \/>\nE no meu cora\u00e7\u00e3o<br \/>\nH\u00e1 um curso de cicios silenciados.<br \/>\nDiscursos emudecidos.<\/p>\n<p>H\u00e1 emaranhados de maranh\u00f5es em mim.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LANGOR<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 sol demais na paisagem.<br \/>\nMoinhos de vento<br \/>\nAtormentam meu dia.<br \/>\nO casario recolheu o rutilar<br \/>\nDa minha vontade,<br \/>\nE eu, \u00e0 sombra, deitei minha voca\u00e7\u00e3o<br \/>\nDe campesina.<\/p>\n<p>Minha boca pede \u00e1gua,<br \/>\nSomente meus p\u00e9s pedem l\u00edngua.<br \/>\nTenho cansa\u00e7o nas veias<br \/>\nDe tanto deixar tecidos<br \/>\nSoltos no caminho.<\/p>\n<p>Pesco\u00e7o dan\u00e7a violoncelo,<br \/>\nCintura requebra em violinos,<br \/>\nO meu vagar j\u00e1 \u00e9 t\u00e3o certo<br \/>\nQuanto a infelicidade dos dezembros.<\/p>\n<p>Vem! Rega meu baixo ventre<br \/>\nCom aquilo que, em ti, \u00e9 abund\u00e2ncia.<br \/>\nMas n\u00e3o venhas com esperas!<br \/>\nEstou mole, mole.<br \/>\nQuero abrir-me as pernas ao vento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RECEPT\u00c1CULO DA BONDADE<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A minha infelicidade vem da tua casa \u00e0 beira-mar<br \/>\nVendo-me correr o meu vagar pela praia.<br \/>\nSei da tua aus\u00eancia pelo cheiro,<br \/>\nPela falta de vida nas ondas.<br \/>\nEu, cega em antigas sa\u00eddas da alma,<br \/>\nN\u00e3o quero meus textos frouxos na tua pel\u00edcula<br \/>\nDe vinh\u00e1tica virilidade servil.<br \/>\nTampouco quero o teu franc\u00eas na minha l\u00edngua,<br \/>\nTramando aturdimentos.<\/p>\n<p>N\u00e3o quero a tua delicadeza fingida<br \/>\nDedilhando minha vagina expressionista.<br \/>\nBem certa estou de que tu \u00e9s<br \/>\nO delator dos meus delitos.<\/p>\n<p>N\u00e3o quero o teu anel ro\u00e7ando<br \/>\nO meu desejo l\u00edrico com promessas,<br \/>\nNem profecias prof\u00e9ticas<br \/>\nDe outra vez amar,<br \/>\nAmar o mar da nossa terra.<\/p>\n<p>N\u00e3o quero meu livro de versos \u00edntimos<br \/>\nEntre teus dedos,<br \/>\nImunes \u00e0 eternidade das ostras negras,<br \/>\nE aos l\u00edrios lilases do meu quintal.<br \/>\nNem quero saber dos teus dias de suntuosidade,<br \/>\nDurante a minha aus\u00eancia paladina.<\/p>\n<p>Sou a mulher por quem a tua esfinge procura<br \/>\nNos pesadelos cheios de gozo e fortuna de afeto.<br \/>\nSou toda brusquid\u00e3o e rudezas de amor,<br \/>\nE rezo por n\u00f3s dois \u00e0 toa, sem esta\u00e7\u00f5es,<br \/>\nSem toadas nem eras, nem bolos de carim\u00e3.<\/p>\n<p>Quero pousar no teu dia vez ou outra<br \/>\nPara assoprar tua gravata,<br \/>\nE desatar os n\u00f3s do teu sapato lustroso.<\/p>\n<p>\u00c9s b\u00e1rbaro,<br \/>\nNa arrog\u00e2ncia dos diamantes<br \/>\nQue escapam do teu palato duro.<br \/>\nDeixa-me dormir em paz!<br \/>\nSem que interrompas o meu sono<br \/>\nDe exaust\u00e3o oper\u00e1ria.<br \/>\nDez horas depois,<br \/>\nEst\u00e1 a acariciar meu sono de menina eterna,<br \/>\nAo som da tua desgra\u00e7a de poeta sem portas,<br \/>\nSem machados nem cancelas.<\/p>\n<p>Quero ofertar minhas solu\u00e7\u00f5es e meus solu\u00e7os<br \/>\n\u00c0 face do que em ti \u00e9 Absoluto e \u00e9 Eterno.<br \/>\n\u00c0 face do que em ti \u00e9 Amatividade e Amavios.<br \/>\nApesar das derrocadas, das implos\u00f5es,<br \/>\nE dos mist\u00e9rios escol\u00e1sticos da penit\u00eancia.<br \/>\nQuero, hoje, ter saudade de qualquer vertigem<br \/>\nQue tenha sido nossa,<br \/>\nQualquer ilus\u00e3o<br \/>\nQue tenha sa\u00eddo da tua honradez absoluta<br \/>\nDe macho curioso por meu mutismo.<\/p>\n<p>O meu pai morreu sem te ter \u00e0 mesa<br \/>\nOfertando ao velho a minha condi\u00e7\u00e3o de ser tua,<br \/>\nE de querer de mim o meu grande ventre<br \/>\nDe mulher bem parideira e fazedora de sonhos.<\/p>\n<p>Deixa-me dormir nas cal\u00e7adas,<br \/>\nSem teu \u00f3dio vencido<br \/>\nDe macho tra\u00eddo<br \/>\nMil vezes por esta f\u00eamea que te adora.<br \/>\nE que por isso busca em teus pares<br \/>\nRel\u00edquias do teu cheiro.<br \/>\nBusca em teus pares a tua pele nobre de rei et\u00edope.<br \/>\nBusca, na verve dos teus disc\u00edpulos,<br \/>\nVest\u00edgios de tua fome sobre o meu corpo exausto.<br \/>\nPor isso, busco nos teus consangu\u00edneos<br \/>\nAlguma raz\u00e3o para o caos da tua inapet\u00eancia<br \/>\nDiante dos meus prop\u00f3sitos de mulher.<\/p>\n<p>Eu, este recept\u00e1culo da Bondade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>B\u00caN\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apeio o peito sobre a saudade que arde a carne,<br \/>\nSem consolo poss\u00edvel no solo das desesperan\u00e7as.<br \/>\nHerdei de meu pai pujan\u00e7as, bravezas,<br \/>\nE de minha m\u00e3e a fragilidade animal das f\u00eameas.<br \/>\nPor isso tenho tudo!<br \/>\nPosso despregar o afeto como macho cansado faz,<br \/>\nPosso abandonar as armas, tr\u00eamula, porque morro.<br \/>\nTenho grandes, pequenos e verdes medos,<br \/>\nSou mulher de agora, de hoje,<br \/>\nTenho h\u00e1bitos de galo e caprichos de galinha.<br \/>\nFalta o dicion\u00e1rio farto em suas doa\u00e7\u00f5es doces de fonemas,<br \/>\nDe ra\u00edzes, arcaicas presen\u00e7as de verbo.<br \/>\nDoarei o dia \u00e0 paz, ao abandono das preocupa\u00e7\u00f5es.<br \/>\nTratarei da poesia, minha parceira de demoli\u00e7\u00f5es e alvenarias.<br \/>\nQuem me dera s\u00f3 ser, sem bruscas muta\u00e7\u00f5es,<br \/>\nMas o corpo oscila na regularidade do ciclo.<br \/>\nEndoide\u00e7o alguns dias porque vir\u00e1 a sangria<br \/>\nE entrarei no templo das penit\u00eancias,<br \/>\nFitando meu Deus com acusa\u00e7\u00f5es humanas.<br \/>\nSou esse fruto peco das di\u00e1sporas,<br \/>\nMinha veem\u00eancia \u00e9 minha morda\u00e7a,<br \/>\nAssim t\u00eam sido meus dias de santa, casta, pacata,<br \/>\nSenhora de um Deus-homem.<br \/>\nDesacato porque sorvo substantivos, subst\u00e2ncias,<br \/>\nEss\u00eancias de nomes, dores, fantasias.<br \/>\nDesacato porque sou poeta.<br \/>\nTenho l\u00edngua de fontelas, hildas.<br \/>\nSou muito brava para donos<br \/>\nE afeita a clamores de desprotegidos.<br \/>\nTenho tudo sob meu viaduto-castelo.<br \/>\nSou rata e rainha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LIVRO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lan\u00e7o-te, marujo!<br \/>\nUrge o arremesso do desbravamento,<br \/>\nO amansar da f\u00faria contida nos dicion\u00e1rios.<br \/>\nEstende o teu olhar pras gentes e v\u00ea o que querem.<br \/>\nV\u00ea o paladar apurado do povo,<br \/>\nAgita os bra\u00e7os ante o infante de leituras.<br \/>\nDou-te todo o meu mar salgado,<br \/>\nMinhas mulheres que choram e riem alto,<br \/>\nMinhas noivas dispostas ao div\u00f3rcio das prendas,<br \/>\nArqu\u00e9tipos da minha av\u00f3 cabocla.<br \/>\nVai, marujo!<br \/>\nArrisca teu perfil \u00e0s tintas, ao incesto das editoras,<br \/>\nAos naufr\u00e1gios \u00e0 beira da porta,<br \/>\nAos cr\u00edticos que rasgar\u00e3o teu of\u00edcio de dias.<br \/>\nVai, portuoso!<br \/>\nBeija na boca todas as mulheres que querem teu beijo,<br \/>\nTodos os homens dispostos ao risco,<br \/>\nAbre teu p\u00f3rtico de p\u00e1ginas aos servos, aos escravos,<br \/>\nAos que vivem sob vig\u00eancias de feudos modernos.<br \/>\nVai, marujo! Gruda nas casas novo ato de liberdade,<br \/>\nConspira com os nossos,<br \/>\nE toma da noite sua embriaguez,<br \/>\nSua inspirada subvers\u00e3o de Musa.<br \/>\nVai, marujo!<br \/>\nLan\u00e7a-te ao Mar com tudo que nele h\u00e1<br \/>\nDe Pessoa, de Neruda, de Carlos, de Ad\u00e9lia,<br \/>\nDe Cora, de Bandeira, de Clarice, de Lorca.<br \/>\nVai! E afoga meus navios velhos, viola minhas certezas,<br \/>\nViola minhas mentiras, meus fingimentos de Poeta,<br \/>\nViola minha caixa de Pandora,<br \/>\nMeu anonimato, meu suic\u00eddio di\u00e1rio,<br \/>\nMinha textura de negra, minha candura de puta.<br \/>\nVai! Antes que eu me lance sem \u00e2ncoras,<br \/>\nPois que deixo velas, remos e medos muitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Rita Santana<\/strong><\/em><em> \u00e9 atriz, escritora e professora de L\u00edngua Portuguesa na Rede Estadual de Educa\u00e7\u00e3o do Estado da Bahia. Em 2004, foi uma das premiadas no Braskem de Cultura e Arte para autores in\u00e9ditos com o livro de contos Tramela. Logo depois, o seu livro Tratado das Veias (poesia) foi publicado pelo extinto selo Letras da Bahia, em 2006. A Editus publicaria o seu Alforrias (poesia) em 2012.\u00a0\u00a0Participa da antologia Outro Livro da Estante organizada por Herculano Neto e publicada pela Mondrongo em 2015, com o conto Ondas, Tr\u00e2nsitos e Trilhos, al\u00e9m de ter o seu poema Adusto publicado na revista organismo, projeto do Editor Jorge Augusto, organizada por Ederval Fernandes e Alex Sim\u00f5es.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A voz essencial da po\u00e9tica de Rita Santana <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14980,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3532,16,9],"tags":[1087,107,159,1086,1094,1093],"class_list":["post-14976","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-126a-leva","category-destaques","category-janelas-poeticas","tag-alforrias","tag-janela-poetica","tag-poemas","tag-rita-santana","tag-tramela","tag-tratado-das-veias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14976","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14976"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14976\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14983,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14976\/revisions\/14983"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14980"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14976"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14976"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14976"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}