{"id":15316,"date":"2018-10-21T11:17:55","date_gmt":"2018-10-21T14:17:55","guid":{"rendered":"http:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/?p=15316"},"modified":"2018-12-17T21:50:31","modified_gmt":"2018-12-18T00:50:31","slug":"gramofone-62","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/gramofone-62\/","title":{"rendered":"Jogo de Cena"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre contradi\u00e7\u00f5es, mentiras e confiss\u00f5es demasiadamente humanas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><em>Por Vivian Pizzinga <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_15319\" aria-describedby=\"caption-attachment-15319\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/67_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-15319 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/67_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/67_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/67_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-15319\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;Aqui Jaz Henry&#8221; \/ Foto: William Aguiar<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Aqui jaz Henry<\/em> (Here Lies Henry), obra de Daniel MacIvor, com idealiza\u00e7\u00e3o, concep\u00e7\u00e3o e, frisando-se agora, brilhante atua\u00e7\u00e3o de Renato Wiemer, \u00e9 espet\u00e1culo obrigat\u00f3rio para os que amam teatro, para os que apreciam e se emocionam com textos excelentes, para os que t\u00eam rumina\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas e psicol\u00f3gicas incessantes e, <em>last but not least<\/em>, para os que gostam de um humor leve salpicado aqui e ali em um texto denso formado por indaga\u00e7\u00f5es fundamentais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tradu\u00e7\u00e3o de Renato Wiener faz adapta\u00e7\u00f5es interessantes (e bem sutis, em alguns momentos) para o contexto brasileiro, incluindo men\u00e7\u00f5es pol\u00edticas recentes, sem partidarismo. A dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Kika Freire, por outro lado, impulsiona um espet\u00e1culo que, de sa\u00edda, pelo texto, j\u00e1 tinha tudo para ser \u00f3timo. O cen\u00e1rio de Teca Fichinski merece muitas men\u00e7\u00f5es honrosas, porque \u00e9 delicado e repleto de beleza, com velas e rosas espalhadas no ch\u00e3o (elementos que, eu ousaria dizer, fazem refer\u00eancia \u00e0 morte, que est\u00e1 presente no t\u00edtulo e no texto). A ilumina\u00e7\u00e3o de Paulo Cesar Medeiros \u00e9 primorosa, salientando momentos \u00edmpares e sublinhando as escolhas de cen\u00e1rio. E a trilha sonora do polivalente (aqui, no bom sentido, pois a arte costuma e deve ser assim) Renato Wiemer, sem exageros, sem atropelos, com toques de genialidade inclusive na dura\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel em que \u00e9 executada, fecha um conjunto que n\u00e3o tem erros, s\u00f3 acertos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para mim, que n\u00e3o sou do teatro mas, enquanto n\u00e3o me aventuro a escrever dramaturgia, perten\u00e7o \u00e0 escrita e zelo pela psican\u00e1lise (e pela democracia), al\u00e9m de amar cada vez mais o teatro, sempre fica um pouco dif\u00edcil escrever texto sobre espet\u00e1culos por causa dos atores. Confesso agora &#8211; e depois me calo para sempre \u2013 que se trata de um sofrimento. A quest\u00e3o \u00e9: como escrever sobre atua\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o sem magoar um ou outro, sem refor\u00e7ar a cl\u00e1ssica disputa de egos e vaidades que existe em todos n\u00f3s e que, desculpem, no meio art\u00edstico (assim como no acad\u00eamico) \u00e9 uma constante? E pior: est\u00e1 realmente dif\u00edcil encontrar espet\u00e1culos em que a atua\u00e7\u00e3o seja, de fato, boa. Convincente. Hoje, por\u00e9m, escrevendo sobre <em>Aqui jaz Henry<\/em>, isso n\u00e3o ser\u00e1 dif\u00edcil: o mon\u00f3logo \u00e9 sensacional tamb\u00e9m por causa do arrojo da interpreta\u00e7\u00e3o de Renato Wiemer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_15323\" aria-describedby=\"caption-attachment-15323\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/82_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-15323 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/82_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/82_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/82_Aqui_Jaz_Henry_by@wcmaguiar-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-15323\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;Aqui Jaz Henry&#8221; \/ Foto: William Aguiar<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos \u00e0s raz\u00f5es em um novo par\u00e1grafo, ainda que permane\u00e7amos no mesmo assunto: o ator sabe respeitar os tempos. N\u00e3o se afoba. N\u00e3o se intimida. Faz parecer f\u00e1cil essa rara arte da atua\u00e7\u00e3o. Faz a gente acreditar que todo mundo poderia estar ali, no lugar dele, s\u00f3 que n\u00e3o, n\u00e3o poderia, s\u00e3o poucos os realmente bons. \u00c9 engra\u00e7ado quando tem que ser. Remexe os n\u00f3s da garganta quando tem que remexer, e n\u00e3o os desata, porque os n\u00f3s da vida e da garganta s\u00e3o sempre muito apertados e emaranhados. \u00c9 claro que ele tem um bom texto na m\u00e3o para ajud\u00e1-lo e uma excelente equipe que o auxilia, \u00e9 evidente que ele tem Kika Freire na retaguarda, mas poderia colocar tudo a perder, ofuscar a genialidade do texto de Daniel MacIvor com um atua\u00e7\u00e3o fr\u00e1gil. Mas n\u00e3o. Ele n\u00e3o. Felizmente n\u00e3o. Ele n\u00e3o faz isso. Ele n\u00e3o n\u00e3o n\u00e3o. Mas ele, Renato Wiemer, sim. Nada disso acontece para a sorte do p\u00fablico e daqueles que apreciam um bom texto liter\u00e1rio e dramat\u00fargico. Gostaria de ter aplaudido de p\u00e9 o seu excelente trabalho, mas, na sess\u00e3o a que fui, ele n\u00e3o aparece no fim de tudo, \u00fanica d\u00favida que restou e permanece boiando dentro de mim: por qu\u00ea?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas vamos ao recheio do espet\u00e1culo: sobre o que mesmo o texto fala? Tentando escolher os percursos textuais escolhidos por MacIvor e que mais me chamaram aten\u00e7\u00e3o, eu diria que fala sobre as contradi\u00e7\u00f5es que habitam em cada um de n\u00f3s, os chamados seres humanos, demasiadamente humanos (para lembrarmos de Nietzsche). E, nesse sentido, as mentiras (a\u00ed a hip\u00f3tese \u00e9 minha e, como toda hip\u00f3tese, \u00e9 provis\u00f3ria e sujeita a comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e posterior refuta\u00e7\u00e3o ou corrobora\u00e7\u00e3o) talvez sejam o canal privilegiado de express\u00e3o das contradi\u00e7\u00f5es humanas, desmesuradamente humanas. E as mentiras podem ser t\u00e3o convincentes que nos perdemos nelas, a n\u00e3o ser que, ao final, mostremos que nem tanto assim. Logo, mentiras sinceras nos interessam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pe\u00e7a, portanto, \u00e9 cheia de surpresas, as mais variadas, do in\u00edcio ao fim. Piadas bobas que ficam engra\u00e7adas, porque a cr\u00edtica \u00e9 exatamente a elas. Dicotomia expl\u00edcita e despudorada entre a felicidade e a verdade, e a dif\u00edcil escolha que temos de fazer entre uma ou outra (mas talvez pode ser que andem juntas, e isso o Henry, filho de Henry, personagem do nosso mon\u00f3logo, n\u00e3o nos diz, sou eu que tento ser otimista enquanto escrevo no dia das elei\u00e7\u00f5es). A historinha sapeca que coloca a mulher como uma mera costela de outro homem (j\u00e1 ouviram essa hist\u00f3ria muito louca?) e a tro\u00e7a que o texto faz disso, quando indaga se algu\u00e9m quer ser servido de costela com batatas. Os trejeitos que insinuam a dificuldade que \u00e9 a espontaneidade na vida e nos c\u00edrculos sociais, porque falar em p\u00fablico \u00e9 um desafio para a grande maioria de n\u00f3s, e mais ainda se for para falar mentiras ou omitir as quest\u00f5es centrais da vida e de nossas biografias humanas, extremamente humanas. A tosse hist\u00e9rica que sempre acompanha a men\u00e7\u00e3o a um familiar de Henry. A interlocu\u00e7\u00e3o com a plateia, constante e respeitosa, sem invas\u00f5es violentas que nem todos suportam e que n\u00e3o s\u00e3o obrigados a suportar (respeitemos a timidez do p\u00fablico; cabe aos artistas a sensibilidade de compreender tamb\u00e9m que nem sempre os envergonhados s\u00e3o os menos tocados pelas propostas dramat\u00fargicas que assistimos por a\u00ed). A lista \u00e9 extensa, vale conferir por si s\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_15324\" aria-describedby=\"caption-attachment-15324\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Foto-William-Aguiar.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-15324 size-full\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Foto-William-Aguiar.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Foto-William-Aguiar.jpg 500w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Foto-William-Aguiar-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-15324\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;Aqui Jaz Henry&#8221; \/ Foto: William Aguiar<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, no final das contas, <em>Aqui jaz Henry<\/em> \u00e9 tamb\u00e9m um espet\u00e1culo sobre reflex\u00e3o a respeito do que fazemos com as nossas vidas, que escolhas tomamos diariamente, os desdobramentos que essas escolhas geram, a capacidade que temos de seguir adiante e voltar atr\u00e1s, de lutar pela democracia ou n\u00e3o. \u00c9 um texto que visa, tamb\u00e9m, fazer com que sejamos honestos conosco, que sejamos francos diante do espelho, sendo essa a franqueza mais dif\u00edcil de arrancarmos de n\u00f3s mesmos e que, \u00e0s vezes, muito \u00e0s vezes, com o psicanalista no div\u00e3, de costas e deitados, conseguimos expressar sussurrando, para que nem o analista sagaz nem n\u00f3s pr\u00f3prios ou\u00e7amos o que acabamos de falar; sussurramos nossas mentiras sinceras com um timbre de voz quase inaud\u00edvel porque talvez n\u00e3o queiramos escutar as verdades escrachadas que empurramos para debaixo do inconsciente diariamente. A psican\u00e1lise mete medo tanto quanto o teatro. E por isso s\u00e3o menos frequentados do que deveriam ser. Ser franco com a gente mesma significa falar de nossos equ\u00edvocos. De nossas raivas. De nossa inveja. Das fantasias mentais que fazemos por causa de ci\u00fame. De desejos de vingan\u00e7a que cultivamos na calada da noite e das ins\u00f4nias perturbadoras. Ser franco com a gente mesma significa verbalizar finalmente as in\u00fameras omiss\u00f5es perigosas e falar das alian\u00e7as esp\u00farias que visam objetos esp\u00farios e que \u00e0s vezes n\u00f3s fazemos ou almejamos fazer. Parece li\u00e7\u00e3o de moral? N\u00e3o. \u00c9 li\u00e7\u00e3o de \u00e9tica esteticamente conduzida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, <em>Aqui jaz Henry<\/em> \u00e9 um pe\u00e7a, digo mais uma vez, obrigat\u00f3ria, sobretudo para aqueles que s\u00e3o tocados pela sensibilidade do texto liter\u00e1rio, quando tem consist\u00eancia e subst\u00e2ncia. Para encerrar o presente texto, menciono um dos momentos finais, em que Henry, nosso protagonista, refere-se \u00e0 esperan\u00e7a que retira do fio da espinha dorsal, quando est\u00e1 no sof\u00e1 vendo televis\u00e3o, e Renato Wiemer, de costas para a plateia, faz uma bela descri\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica que nos d\u00e1 a convic\u00e7\u00e3o de que Daniel MacIvor \u00e9 um escritor de m\u00e3o cheia, convic\u00e7\u00e3o que constru\u00edmos mesmo sem ter lido o original. O excerto e a dramaturgia desse momento a que me refiro neste par\u00e1grafo derradeiro s\u00e3o o que h\u00e1 de mais fant\u00e1stico no espet\u00e1culo. Palmas de p\u00e9!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Vivian Pizzinga<\/em><\/strong><em> lan\u00e7ou os livros de contos Dias Roucos e Vontades Absurdas (Oito e meio, 2013) e A primavera entra pelos p\u00e9s (Oito e meio, 2015), al\u00e9m de ter participado de algumas colet\u00e2neas, sendo as mais recentes Cada um por si e Deus contra todos (Tinta Negra, 2016) e Escriptonita (Patu\u00e1, 2016). Trabalha tamb\u00e9m com psican\u00e1lise e Sa\u00fade do Trabalhador.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pe\u00e7a \u201cAqui jaz Henry\u201d pelos olhares de Vivian Pizzinga <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15319,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3559,2537],"tags":[3572,12,96,2716],"class_list":["post-15316","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-127a-leva","category-jogo-de-cena","tag-aqui-jaz-henry","tag-jogo-de-cena","tag-teatro","tag-vivian-pizzinga"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15316"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15316\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15326,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15316\/revisions\/15326"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15319"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}