{"id":2444,"date":"2012-09-09T15:26:28","date_gmt":"2012-09-09T18:26:28","guid":{"rendered":"http:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/?p=2444"},"modified":"2012-10-12T16:36:13","modified_gmt":"2012-10-12T19:36:13","slug":"olhares-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/olhares-6\/","title":{"rendered":"Olhares"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>UM MUNDO PARA CHAMAR DE MEU OU, QUEM QUEBRAR\u00c1 O SIL\u00caNCIO?<\/strong><\/p>\n<p><em>Por Renata Azambuja<\/em><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>I<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>A mancha, a silhueta e a palavra.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_2470\" aria-describedby=\"caption-attachment-2470\" style=\"width: 370px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/distraidos-venceremosIMAGEM-42.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2470\" title=\"distraidos venceremos\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/distraidos-venceremosIMAGEM-42.jpg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"458\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/distraidos-venceremosIMAGEM-42.jpg 370w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/distraidos-venceremosIMAGEM-42-242x300.jpg 242w\" sizes=\"auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2470\" class=\"wp-caption-text\">Pintura: Sylvana Lobo<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O desejo \u00e9 come\u00e7ar pela primeira impress\u00e3o que permaneceu, mesmo depois do segundo e terceiro olhares, deste conjunto de pinturas de Sylvana Lobo. A vis\u00e3o persistente de manchas coloridas, massas em preto\/ silhuetas e palavras. Esses s\u00e3o fatos preponderantes da pintura da artista. Parece paradoxal, mas as manchas e massas funcionam, no contexto de sua pintura, como signos de visibilidade. Ajudam a contar a hist\u00f3ria que se segue; um universo cheio de alegorias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diferentemente do Informalismo, tend\u00eancia que tratava a mancha como gesto espont\u00e2neo e improvisado, as manchas nessas pinturas n\u00e3o comparecem como fruto do acaso de um processo criativo. Podem ser, sim, como naquele movimento, resposta a um momento de crise. N\u00e3o \u00e0 maneira de uma crise mundial, como se manifestou ent\u00e3o, ao final da Segunda Guerra Mundial, mas da ordem de uma crise na pol\u00edtica das rela\u00e7\u00f5es amorosas, como veremos mais \u00e0 frente. Assim, n\u00e3o seria disparatado qualificarmos estas manchas como mat\u00e9ria, lan\u00e7ando m\u00e3o dos dizeres de Argan, que as coloca como uma problem\u00e1tica com a qual a artista se depara, a &#8220;incerteza quanto ao pr\u00f3prio ser, a condi\u00e7\u00e3o de estranhamento em que \u00e9 posto a sociedade&#8221;\u00b9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se ela for, ent\u00e3o, um elemento problema com o qual se deve lidar, a mancha encontra o seu sentido mesmo: o de ser uma subst\u00e2ncia que macula algo. \u00c9 o elemento imprevisto. Ou ser\u00e1 que ela est\u00e1 no lugar de algo que n\u00e3o foi conscientemente constru\u00eddo?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mancha, por ser esta mat\u00e9ria que ocupa lugar mostras de defini\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma continuidade no tempo. O \u00fanico ind\u00edcio de temporalidade \u00e9 sua perman\u00eancia de uma pintura a outra. Est\u00e1 presente em todas as cenas das pinturas, balizando a figura-silhueta. Se a mancha esconde uma revela\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo em que se espraia, a silhueta delineia. Em cada pintura h\u00e1 uma imagem feminina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Silhuetas parecidas com as dos retratos recortados, desenhados e pintados em papel preto de figuras em perfil, na corte francesa durante o reinado de Luis XV, no s\u00e9culo XVIII, e que tornou-se h\u00e1bito a ser cultivado entre as mo\u00e7as da \u00e9poca. A silhueta identifica a figura de origem pelo retrato que produziu; uma impress\u00e3o na mem\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<figure id=\"attachment_2453\" aria-describedby=\"caption-attachment-2453\" style=\"width: 334px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/voce_se_sente_atraido_IMAGEM-21.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2453\" title=\"voce_se_sente_atraido\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/voce_se_sente_atraido_IMAGEM-21.jpg\" alt=\"\" width=\"334\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/voce_se_sente_atraido_IMAGEM-21.jpg 334w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/voce_se_sente_atraido_IMAGEM-21-250x300.jpg 250w\" sizes=\"auto, (max-width: 334px) 100vw, 334px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2453\" class=\"wp-caption-text\">Pintura: Sylvana Lobo<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Estando essas silhuetas postas em situ-a\u00e7\u00e3o, nos remetem \u00e0s figuras do teatro de sombras. Se a mancha \u00e9 presen\u00e7a que esconde, a sombra, como aus\u00eancia de luz, refor\u00e7a a ideia de que h\u00e1 algo que n\u00e3o quer se mostrar ou que age como duplo, um outro que est\u00e1 represado. A no\u00e7\u00e3o de obscuridade vinculada \u00e0 &#8220;sombra&#8221; era algo a ser evitado e o nome &#8220;silhueta&#8221; substitui o nome &#8220;retrato de sombra&#8221;. O panorama, portanto, esconde mais do que apresenta e mesmo as cores n\u00e3o parecem contribuir para a mudan\u00e7a de cen\u00e1rio, pois continuam como manchas. S\u00e3o como nuvens escuras, densas, prontas para desaguar, sensa\u00e7\u00e3o mais manifesta em <em>Beije, coma<\/em> e <em>N\u00e3o sou a mais bela<\/em>. Estariam estas pinturas nos indicando a impossibilidade de comunica\u00e7\u00e3o? Seriam territ\u00f3rios de incomunicabilidade?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como silhuetas que s\u00e3o, apontam para seres que conhecemos. As figuras solit\u00e1rias das pinturas s\u00e3o imagens emblem\u00e1ticas sa\u00eddas dos contas de fadas e princesas; arqu\u00e9tipos de um determinado feminino, de acordo com Carl Jung e express\u00f5es de desejos recalcados, segundo Sigmund Freud. S\u00e3o brancas de neve, cinderelas e belas-adormecidas. Essas personagens foram constru\u00eddas por Sylvana Lobo tendo em mente n\u00e3o as vers\u00f5es modernas, voltadas para as crian\u00e7as, em que toda a narrativa, cheia de percal\u00e7os, est\u00e1 a servi\u00e7o de um final feliz, por\u00e9m mais pr\u00f3ximo dos contos populares, originados de tradi\u00e7\u00f5es orais muito antigas onde a fantasia n\u00e3o precisa criar la\u00e7os de comprometimento com uma realidade moralizante. Nessas narrativas, o texto nem sempre \u00e9 apraz\u00edvel e a morte, o canibalismo e o incesto, por exemplo, fazem parte recorrente das est\u00f3rias que, diferente do que ocorre atualmente, tinham os adultos como p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Karen Walker, artista norte-americana, usa a t\u00e9cnica de silhueta como pap\u00e9is cortados, elaborando cen\u00e1rios em que personagens, negros escravos e brancos dominadores, se relacionam, em uma alus\u00e3o a epis\u00f3dios ocorridos no Sul do pa\u00eds, antes da Guerra Civil Norte-Americana. Eles tomam parte em a\u00e7\u00f5es que definem social, pol\u00edtica e historicamente. Diferen\u00e7as a parte, as imagens em silhuetas nos trabalhos de Walker, como nos de Sylvana Lobo, t\u00eam o intuito de provocar o pensamento sobre o que significa a representa\u00e7\u00e3o por imagens e como elas podem estimular uma nova formula\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria e uma vis\u00e3o cr\u00edtica sobre a pr\u00f3pria realidade. &#8220;Fazer trabalhos de arte sobre ra\u00e7a se transforma em assunto \u00edntimo acerca da identidade&#8221;\u00b2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este espa\u00e7o silencioso, configurado pela mancha e pela silhueta \u00e9 compartilhado por palavras, frases e express\u00f5es. \u00c9 como se existissem para afirmar ou por em cheque a situa\u00e7\u00e3o vigente. Mas, ao mesmo tempo que se referem \u00e0s imagens, as palavras est\u00e3o l\u00e1 como parte da estrutura visual, ou seja, providas de materialidade pr\u00f3pria, o que destitui o papel de ser &#8220;as&#8221; portadoras de significado. Assim sendo, o texto escrito na tela, se transforma, conforme lemos em Pierre Francastel, em signo figurativo, tamb\u00e9m uma senten\u00e7a visual que n\u00e3o coincide, segundo ele, com o que vemos e compreendemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As frases, ou peda\u00e7os delas, d\u00e3o nomes aos trabalhos, confirmando a suposi\u00e7\u00e3o de que elas, talvez, sejam fatores dominantes dessas equa\u00e7\u00f5es visuais indicando caminhos para o entendimento das pinturas ou para a resolu\u00e7\u00e3o da &#8220;problematicidade&#8221; que enfrenta o artista, citando novamente Argan. Algumas s\u00e3o frases curtas em tom afirmativo e imperativo: <em>toque<\/em>, <em>beije, coma<\/em>; outras expressas como um an\u00fancio: <em>precisa de um escov\u00e3o e dois pr\u00edncipes encantados<\/em>; como perguntas: <em>voc\u00ea se sente atra\u00eddo por mim?<\/em>; <em>quanto vale uma v\u00edrgula?<\/em> e, ainda, a t\u00edtulo de conclus\u00e3o: <em>\u00c9 melhor do que escutar eu te amo<\/em>; <em>n\u00e3o come (a)<\/em>; <em>minha l\u00edngua gorda n\u00e3o cabe no sapato<\/em> e, <em>n\u00e3o sou a mais bela<\/em>. O que se apreende, afinal, \u00e9 de que h\u00e1 um outro para quem a falas se dirige. O vedor-leitor aos l\u00ea-las, torna-se um co-part\u00edcipe?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Escrever em primeira pessoa \u00e9 uma facilidade, mas \u00e9 tamb\u00e9m uma amputa\u00e7\u00e3o&#8221;, \u00e9 o que diz o protagonista do romance Manual de Pintura e Caligrafia, de Jos\u00e9 Saramago. Distante do trabalho autobiogr\u00e1fico, em que o artista se coloca como o representante de outras hist\u00f3rias e das suas pr\u00f3prias, tal como \u00e9 o caso de Cindy Sherman e de Sophie Calle, Sylvana Lobo fala de suas ang\u00fastias e desconfortos com a expectativa de ter de se tornar uma &#8220;mulher de verdade&#8221;, como ela mesmo diz, por meio das mulheres da fic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>II<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O fio amarelo: moral da hist\u00f3ria?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<figure id=\"attachment_2455\" aria-describedby=\"caption-attachment-2455\" style=\"width: 330px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/where-is-lake-paranoa_IMAGEM-31.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2455\" title=\"where is lake paranoa\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/where-is-lake-paranoa_IMAGEM-31.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"520\" srcset=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/where-is-lake-paranoa_IMAGEM-31.jpg 330w, https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/where-is-lake-paranoa_IMAGEM-31-190x300.jpg 190w\" sizes=\"auto, (max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2455\" class=\"wp-caption-text\">Pintura: Sylvana Lobo<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">E o que dizer do fio amarelo que vemos em todas as pinturas? Ser\u00e1 que se refere a algum principio moral que rege toda essa alegoria? Em <em>Toque-o<\/em>, a \u00fanica pintura em que a silhueta feminina n\u00e3o est\u00e1 vis\u00edvel, vemos o fio amarelo enrolado ao fuso, que \u00e9 agora a silhueta. Esta pintura parece ser uma esp\u00e9cie de matriz geradora. O objeto ocupando o lugar da mo\u00e7a; o fuso da hist\u00f3ria da Bela Adormecida. Fada, fatalidade, destino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No conto de fadas, o fuso \u00e9 o perigo. \u00c9 o pren\u00fancio de morte ou, pior ainda, do longo sono que \u00e9 pausa para o encontro com o futuro, personificado pelo pr\u00edncipe, o homem idealizado. Nas pinturas de Sylvana Lobo, o fio amarelo \u00e9 sinal de alerta, \u00e9 a consci\u00eancia tornada objeto. Deposita-se sobre o sexo, sobre a boca, enrosca-se pelos p\u00e9s, nos pulsos, transforma-se em coroa, como lembran\u00e7a de um futuro que espantar\u00e1 o presente a ser passado a limpo, e circula o pesco\u00e7o seguindo at\u00e9 os tornozelos de uma outra silhueta, reprodu\u00e7\u00e3o dela pr\u00f3pria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fio amarelo \u00e9 a garantia de comunicabilidade nesse territ\u00f3rio de incertezas onde dormir pode significar deixar de lado o devir. N\u00e3o dormir, para n\u00e3o acabar como personagem de uma par\u00e1bola moderna. Como a que Louise Bourgeois escreveu: &#8220;Um homem e uma mulher viverem juntos. Uma noite ele n\u00e3o voltou do trabalho e ela o esperou. Ela ficou esperando e ela foi ficando menor, sempre menor. Mais tarde um vizinho passou por amizade e ali a encontrou na poltrona do tamanho de uma ervilha&#8221;\u00b3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">1- Argan, GC. <em>Arte Moderna<\/em>, SP: Cia das Letras, 1993, p. 542.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">2- Dispon\u00edvel em The Art of Kara Walker. http:\/ leran.walkerart.org\/karawalker\/Main\/RepresentingRace. Acesso em 20\/01\/2009.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">3-Louise Bourgeouis.<em> Ela perdeu aquilo<\/em>. Di\u00e1rio da artista, 1947.<br \/>\n20 de janeiro de 2009.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure style=\"width: 520px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/precisa_se_de_engovIMAGEM-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"precisa_se_de_engov\" src=\"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/precisa_se_de_engovIMAGEM-1.jpg\" alt=\"\" width=\"520\" height=\"337\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Pintura: Sylvana Lobo<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(<strong>Renata Azambuja <\/strong><\/em><em>\u00e9 pesquisadora, curadora independente, cr\u00edtica de arte e arte-educadora. \u00c9 licenciada em Artes Pl\u00e1sticas pela UnB e mestre em Teoria e Hist\u00f3ria da Arte Moderna e Contempor\u00e2nea pelo City College of the City University of New York, onde defendeu a tese &#8220;Cildo Meireles: A F\u00edsica do Espa\u00e7o Social&#8221;)<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Sobre a artista:<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808000;\"><a href=\"http:\/\/www.sylvana-lobo.blogspot.com\"><span style=\"color: #808000;\"><strong>Sylvana Lobo<\/strong><\/span><\/a><\/span> \u00e9 artista pl\u00e1stica e fot\u00f3grafa. Participou das coletivas <em>MAB \u2013 Di\u00e1logos da Resist\u00eancia <\/em>&#8211; Museu Nacional do Conjunto Cultural da Rep\u00fablica (2012 \u2013 Bras\u00edlia\/ DF); <em>18\u00ba Sal\u00e3o Anapolino de Arte<\/em> (2012 \u2013 An\u00e1polis\/ GO); <em>Pr\u00eamio de Arte Contempor\u00e2nea do Iate Clube de<\/em> <em>Bras\u00edlia<\/em><em> <\/em>&#8211; Museu Nacional do Conjunto Cultural da Rep\u00fablica (2011 &#8211; Bras\u00edlia\/ DF); <em>Semic\u00edrculo<\/em> \u2013 Museu Nacional do Conjunto Cultural da Rep\u00fablica (2010 &#8211; Bras\u00edlia\/ DF); <em>39\u00ba Sal\u00e3o de Arte Contempor\u00e2nea de Piracicaba<\/em> (2007 \u2013 Piracicaba\/ SP); <em>7\u00ba Sal\u00e3o de Artes Visuais de Guarulhos<\/em> (2007 \u2013 Guarulhos\/ SP); <em>6\u00ba Sal\u00e3o de Artes Visuais <\/em>&#8211; Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Jata\u00ed (2007 \u2013 Jata\u00ed\/ GO); <em>XXIX Concurso Novos Valores<\/em> &#8211; Funda\u00e7\u00e3o Jaime C\u00e2mara (2006 \u2013 Goi\u00e2nia\/ GO); <em>Vetores<\/em> &#8211; Museu de Arte de Goi\u00e2nia (2005). Participou das individuais <em>O IBRAM e seus museus <\/em>(2010 &#8211; Bras\u00edlia\/ DF); <em>de cabelos longos, sentada na relva<\/em> &#8211; Galeria da Faculdade de Artes Visuais \u2013 UFG (2009 \u2013 Goi\u00e2nia\/ GO); Foto Arte (2008 \u2013 Bras\u00edlia\/ DF); <em>Madame Bovary sou eu<\/em> (2008 &#8211; Bras\u00edlia\/ DF).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Renata Azambuja apresenta-nos suas percep\u00e7\u00f5es sobre a s\u00e9rie  \u201cde cabelos longos, sentada na relva\u201d, da artista  Sylvana Lobo <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2471,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[523,16,2538],"tags":[531,527,6,272,530,528,529],"class_list":["post-2444","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-71a-leva","category-destaques","category-olhares","tag-artes-plasticas","tag-de-cabelos-longos","tag-olhares","tag-pintura","tag-renata-azambuja","tag-sentada-na-relva","tag-sylvana-lobo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2444","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2444"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2444\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2883,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2444\/revisions\/2883"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2471"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2444"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2444"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diversosafins.com.br\/diversos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2444"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}